quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Resenha: Divergente - Veronica Roth

Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto.
A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é.
E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.

Sempre que escutava alguém falando sobre divergente, tanto filme quanto o livro, sempre tinha aquela comparação com Jogos Vorazes, mas na minha humilde opinião, são livros bem distantes um do outro, apesar de serem do mesmo gênero.

Divergente me prendeu, assim como outras distopias, mas não conseguia parar de ler, assim que acabou corri na livraria comprar o segundo. É uma história muito interessante, cheia de ação e com um pouco de romance, sem ser meloso.

Em comparação com o filme, achei um tanto “fiel”, mas foi pouco, pois já havia assistido ao filme antes de ler o livro, e depois que li voltei a ver o filme para fazer as comparações.

Recomendo Divergente a todos que ainda tem um pouco de receio em ler, por causa das comparações com Jogos Vorazes, mas o que é um fandom sem seus haters não é mesmo.

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